Após condenação de Lula, agora é a vez de Aécio; julgamento já tem data marcada

Abr 11

Já na próxima terça-feira (17), o Supremo deverá decidir se coloca Aécio Neves como réu por corrupção e obstrução de Justiça

A prisão do ex-presidente Lula que aconteceu neste último sábado (7), muitas pessoas passaram a usar as redes sociais para se manifestar em defesa do mesmo, sob a alegação de que o decreto do juiz federal Sérgio Moro, seria algo completamente irregular e que o ex-presidente teria sido injustiçado, preso sem provas que pudessem incrimina-lo. Alguns eleitores do petista ainda argumenta o porque da prisão de Lula, se existe outros políticos que ainda não foram penalizados, a exemplo do senador Aécio Neves e também do presidente da República, Michel Temer.

Diante de tantos manifestos, a notícia que muitos esperavam acabou saindo em respeito ao senador Aécio. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) poderá decidir o futuro do parlamentar já nesta próxima terça-feira (17), onde decidirá se recebe a denúncia contra o senador do PSDB-MG, que pode ser colocado como réu em corrupção e obstrução de Justiça.

Essa decisão ficará sob a manifestação dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Marco Aurélio Mello (relator) e Rosa Weber. Caso a maioria aceite a denúncia, o senador já passará a responder ao processo penal como réu e terá a chance de contestar a acusação apresentando novas provas. Vale ressaltar que somente após final da ação é que os ministros poderão definir se consideram Aécio culpado ou inocente.

O senador foi acusado em junho de 2017, após uma denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República, onde afirma que o político teria pedido propina ao empresário Joesley Batista, proprietário da J&F, no valor de R$ 2 milhões. Além da propina, o senador ainda foi acusado de tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato. Quando a denúncia foi apresentada, o senador logo se manifestou negando afirmando que estava sendo vítima de uma “armação”.

Já nesta terça-feira (10), um advogado do senador divulgou uma nota, dizendo que o parlamentar é inocente e que tudo não passa de uma situação forjada, planejada por criminosos. A nota ainda dizia que não existe qualquer crime de ilegalidade na conduta de Aécio. Além do senador, a irmã dele, Andréa Neves, o primo Frederico Pacheco e o ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrela, Mendherson Souza, também são acusados de participação.

Segundo a investigação, o dinheiro que supostamente teria ido para a mão dos envolvidos era vindo através de propina e tinha como destino, beneficiar todo o grupo em troca de favores políticos. A defesa dos acusados já se manifestou e todas alegam que o dinheiro era apenas para pagamento de advogados.

A prisão do ex-presidente Lula que aconteceu neste último sábado (7), muitas pessoas passaram a usar as redes sociais para se manifestar em defesa do mesmo, sob a alegação de que o decreto do juiz federal Sérgio Moro, seria algo completamente irregular e que o ex-presidente teria sido injustiçado, preso sem provas que pudessem incrimina-lo. Alguns eleitores do petista ainda argumenta o porque da prisão de Lula, se existe outros políticos que ainda não foram penalizados, a exemplo do senador Aécio Neves e também do presidente da República, Michel Temer.

Diante de tantos manifestos, a notícia que muitos esperavam acabou saindo em respeito ao senador Aécio. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) poderá decidir o futuro do parlamentar já nesta próxima terça-feira (17), onde decidirá se recebe a denúncia contra o senador do PSDB-MG, que pode ser colocado como réu em corrupção e obstrução de Justiça.

Essa decisão ficará sob a manifestação dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Marco Aurélio Mello (relator) e Rosa Weber. Caso a maioria aceite a denúncia, o senador já passará a responder ao processo penal como réu e terá a chance de contestar a acusação apresentando novas provas. Vale ressaltar que somente após final da ação é que os ministros poderão definir se consideram Aécio culpado ou inocente.

 

O senador foi acusado em junho de 2017, após uma denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República, onde afirma que o político teria pedido propina ao empresário Joesley Batista, proprietário da J&F, no valor de R$ 2 milhões. Além da propina, o senador ainda foi acusado de tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato. Quando a denúncia foi apresentada, o senador logo se manifestou negando afirmando que estava sendo vítima de uma “armação”.

Já nesta terça-feira (10), um advogado do senador divulgou uma nota, dizendo que o parlamentar é inocente e que tudo não passa de uma situação forjada, planejada por criminosos. A nota ainda dizia que não existe qualquer crime de ilegalidade na conduta de Aécio. Além do senador, a irmã dele, Andréa Neves, o primo Frederico Pacheco e o ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrela, Mendherson Souza, também são acusados de participação.

Segundo a investigação, o dinheiro que supostamente teria ido para a mão dos envolvidos era vindo através de propina e tinha como destino, beneficiar todo o grupo em troca de favores políticos. A defesa dos acusados já se manifestou e todas alegam que o dinheiro era apenas para pagamento de advogados.

 

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