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    "Ambulância da Morte" homem matava pacientes terminais por dinheiro


    A última fronteira para algumas pessoas tem um final horrível: pacientes em estado terminal eram mortos com uma injeção de ar aplicada em suas veias, na ambulância que os levavam para casa, quando não havia mais nada a fazer no hospital.

    No dia 21 de dezembro, policiais de Catânia, cidade italiana da região da Sicília, prenderam um homem de 42 anos. O nome dele é Davide Garofalo e foi acusado de ter injetado ar na veia de pelo menos duas pessoas. A intenção dele era acelerar a morte e entregar o corpo às agências funerárias. Outras três pessoas estão sendo investigadas. 



    Por trás dessas mortes está a máfia siciliana. As primeiras pistas aos policiais e promotores de Catânia foi dada por um ex-membro da máfia que se disse “arrependido”, que na última transmissão do programa de TV “Le Iene” e explicou como funcionava o esquema. O homem confirmou as acusações aos investigadores.

    O esquema teve início em 2012. Todas as vítimas estavam em estado terminal e foram hospitalizados em Biancavilla. Quando não havia mais nada a fazer e a família decidia que era melhor que a pessoa morresse em casa e não no hospital, uma empresa privada de serviços de ambulância era chamada. Junto com o paciente, estavam o motorista e um segundo funcionário, nesse caso, Garofalo. Durante o transporte ele injetava ar na veia do paciente terminal, causando uma embolia e provocando a morte em alguns minutos, sem causar suspeita em parentes.




    Garofalo recebia da mafia cerca de R$ 1.200,00 por cada morte. Ele aproveitava o estado psicológico da família para indicar os serviços das agências funerárias ligadas a máfia siciliana.


    De acordo com as estimativas do colaborador da polícia, ele teria matado aproximadamente 20 pessoas por ano em quase 5 anos de esquema. Já os investigadores disseram que existem cerca de 50 casos possíveis. Na investigação do caso denominado “Ambulância da Morte” foram incluídos registros médicos e declarações de parentes das vítimas, que confirmaram as suspeitas dos investigadores.