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    Lula pagou 35 mi ao COB usados em projetos superfaturados

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    O jornalista e blogueiro Rodrigo Mattos escreveu, nesta terça-feira (24), que o Comitê Olímpico Brasileiro recebeu cerca de 35 milhões de reais do governo Lula – durante candidatura do Brasil para as Olimpíadas que ficou conhecida como Rio-2016 – e que esse montante teria sido utilizado de forma indevida em projetos que, nas palavras do blogueiro, são irregulares.

    Há um processo que corre na Justiça sobre uma suspeita de corrupção ocorrida na organização da Rio-2016 e segundo consta em relatório do Ministério dos Esportes há uma certa discrepância no valor investido pelo governo federal (Lula) e o real valor dos projetos entregues.

    Segundo Rodrigo Mattos, os projetos foram executados parcialmente ou de modo irregular. Do dinheiro investido cerca de 3 milhões foram devolvidos pelo COB aos cofres públicos de acordo com a pasta.

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    Durante a candidatura para as Olimpíadas, o presidente do COB e quem esteve à frente do comitê brasileiro era Carlos Arthur Nuzman que atualmente está sendo acusado de compra de votos para que o Rio fosse escolhido como sede do evento. Nuzman chegou a ser preso e hoje responde ao processo em liberdade. Ele também está sob investigação por enriquecimento ilícito e é o principal elo entre a organização do evento no Rio e o governo de Lula.
    Governo Petista

    O ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, que era alguém que realmente estava muito entusiasmado com a possibilidade de o Brasil sediar tão importante evento, resolveu arcar com a maior parte do investimento da campanha, custeando cerca de 60 por cento do total de 100 milhões que através de convênio do Ministério dos Esportes foram entregues ao COB (cerca de 48,6 mis divididos em 12 convênios).


    O Ministério dos Esportes do atual governo através de auditoria realizada no ano passado (2016) constatou diferença em sete dos convênios firmados e segundo apuração do Rodrigo Mattos que analisou os relatórios da pasta há como afirmar que pelo menos em cinco dos tais convênio nenhuma das metas propostas pelo COB haviam sido cumpridas, deixando claro que pelo menos 15,4 mi foram gastos com o vento.

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    Ou seja, o dinheiro que tinha destinos muito bem definidos não foi utilizado nestes e, portanto, teriam de retornar aos cofres da União.

    Houve também a contratação sem licitação da empresa suíça de consultoria internacional EKS por 13,027 mi de reais.

    Só se pode chegar a estas constatações após o término do governo petista. Quando o Michel Temer assumiu a República ele nomeou Leonardo Picciani para a pasta dos esportes e, segundo eles, até então o governo acatava a prestação de contas do COB.

    Ao assumir a pasta, Leonardo Picciani instaurou uma caça às bruxas em todos os contratos firmados, possibilitando o retorno de enormes quantidades de dinheiro aos cofres públicos.

    O COB acredita piamente que todos os projetos aconteceram como o esperado e que todas as devidas prestações de contas foram prestadas perante o Ministério dos Esportes.