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    Vídeo: Mãe salva filho bandido de ser espancado até a morte




    Populares filmaram o momento em que uma mulher resgata o filho de um linchamento após ele e o colega terem participado de diversos roubos.

    Um vídeo captou o momento em que a mãe chega e muito nervosa salva os dois meliantes. Eles estavam muito ensanguentados e amarrados com cordas. Aos prantos e muito indignada ela grita desesperada que vai soltar os dois porque é o que toda a mãe faria. “Eu sou mãe. Fui eu que pari. E nenhuma mãe cria os filhos pra roubar não. E nenhum pai também. A gente está em casa, pensando que eles estão fazendo uma coisa e estão fazendo outra. Não tem pai que educa filho pra roubar”.

    O vídeo está circulando nas redes sociais, com muitas pessoas manifestando compaixão pelo que ela passa. No registro, chama a atenção que nenhum dos presentes tentam impedir a mulher, que age como uma leoa defendendo a cria.

    No entanto, ao mesmo tempo em que tira as amarras dos dois meliantes, ela faz questão de brigar muito com o filho. Passa um sermão carregado de dor e frustração no rapaz. “Tu não presta. Tu sai de casa dizendo que vai fazer uma coisa e vai fazer isso? Eu te ensinei a roubar? Teu pai trabalha dia e noite c... Nunca te sustentou com roubo. Agora vem fazer papel de sem vergonha?”.

    Muito machucado, o rapaz não tem reação e continua deitado em meio a uma poça de sangue. O outro rapaz também permanece imóvel, mesmo desamarrado.

    A mulher então se volta para os populares e pergunta se precisavam fazer isso com eles, se não bastava amarrar.

    A julgar pelos comentários no post onde o vídeo foi compartilhado, muitas gente conseguiu se colocar no lugar dela e entender o seu drama. Houve quem escrevesse que há famílias que educam muito bem seus filhos e tentam colocá-los no caminho do bem, mas eles acabam se desviando.

    Outros internautas, porém, acreditam que não se deve ter pena. Que ambos só colheram o que plantaram e que agora não adianta a mãe chorar, pois por causa de bandidos como esses várias outras mães perdem bons filhos e choram com mais motivos do que a mãe em questão. Será? Ver um filho na criminalidade também não é uma forma de perdê-lo? As dores das mães de bandidos e das mães das vítimas precisam mesmo ser comparadas? Uma dor vale mais ou tem mais peso do que a outra?

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