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    Conta de luz cairá até 19,5% no mês de abril por cobranças indevidas



    O cidadão brasileiro vibrou ao saber que pagará quase 20% a menos na conta de energia do próximo mês.
    A notícia foi divulgada nesta última terça-feira (28), pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e nesse mês de abril os consumidores de todo o Brasil, vão ter uma redução de até 19,5% devido à devolução de uma cobrança indevida de energia atrelada à usina nuclear de Angra 3.
    Veja como fica a porcentagem de redução para cada cliente:
    Clientes da Eletropaulo: 12,44%.
    Clientes da Light, do Rio de Janeiro: 5,3%.
    Clientes da Cemig, de Minas Gerais: 10,61%.
    Clientes da CEB, de Brasília: 5,92%.
    A Aneel explicou que a porcentagem varia entre cada uma das distribuidoras por conta dos diferentes tipos de cobrança da energia da usina de Angra 3. No caso da Eletropaulo, por exemplo, o valor foi cobrado indevidamente por nove meses.
    Vele ressaltar que essa redução, vai acontecer somente no mês de abril.

    Histórico

    Esta sendo construída no Rio de Janeiro, uma usina termonuclear, mas só deve ficar pronta no ano de 2019. Acontece que mesmo ainda sem estar em funcionamento, estava sendo cobrado irregularmente do consumidor nas cobranças da conta de luz.
    Os valores pagos pelo consumidor, chegou a quase um bilhão de reais e agora retornarão ao bolso do consumidor, além do que foi pago, todos os clientes vão receber seus descontos corrigidos pela taxa Selic de todos os períodos cobrados.
    A Aneel informou que no ano de 2015, determinou que não devesse haver tarifas na conta de energia relacionada à usina de Angra 3, mas por um erro interno, a empresa acabou fazendo a cobrança em todas as contas dos consumidores.
    André Pepitone é o segundo diretor da Aneel e informou a equipe de redação do site Estadão, que esse foi um erro inédito na história da empresa, mas garante que isso não tornará  a acontecer, pois já foram tomadas todas as medidas
     “Não houve má-fé, foi um erro”, disse André Pepitone. “É enorme a complexidade desse processo. Mas esse erro trouxe para a empresa um aprendizado. Para tornar esse sistema anda mais seguro, precisamos da um grande passo adiante”, comentou.