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    Mulher relata drama de viver com câncer terminal: "Vou morrer dessa doença"




    Há seis anos, Connie Johnson, de 39 anos, travou uma batalha contra o câncer de mama. Aos 11 anos, ela descobriu um tumor na perna e, aos 22 anos, descobriu uma nova forma da doença no útero. Aos 33 anos, ela foi diagnosticada pela terceira vez com câncer, desta vez, na mama. Os médicos disseram que ela viveria de seis meses a um ano, mas ela continua sobrevivendo. As informações são o Daily Mail

    Connie postou um texto no fim de 2016 no Facebook para alertar seu público sobre os males da doença. O texto fala sobre a dificuldade de ser positiva e otimista quando a doença tira as esperanças e a deixa frágil

    Connie postou um texto no fim de 2016 no Facebook para alertar seu público sobre os males da doença. O texto fala sobre a dificuldade de ser positiva e otimista quando a doença tira as esperanças e a deixa frágil


    —
Eu não vou sobreviver ao câncer. Não importa o quão positiva eu seja, eu vou
morrer dessa doença. Posso torcer para viver mais, sabendo que minha vida será
cheia de consultas, salas de espera, agulhas, medicamentos e efeitos colaterais

    — Eu não vou sobreviver ao câncer. Não importa o quão positiva eu seja, eu vou morrer dessa doença. Posso torcer para viver mais, sabendo que minha vida será cheia de consultas, salas de espera, agulhas, medicamentos e efeitos colaterais

    Ela afirma que o medo de que o câncer se alastre e persista é grande. — Tenho medo de sair de casa em público porque não quero fazer xixi nas calças ou começar a vomitar. E pode parecer comum estar careca, mas eu odeio não ter cabelo. Cobri os espelhos da minha casa para não ter que me olhar e lembrar que tenho câncer. Tenho um medo constante. Medo de que cada dor seja mais câncer e medo de que ele esteja vencendo

    — Tenho medo de sair de casa em público porque não quero fazer xixi nas calças ou começar a vomitar. E pode parecer comum estar careca, mas eu odeio não ter cabelo. Cobri os espelhos da minha casa para não ter que me olhar e lembrar que tenho câncer. Tenho um medo constante. Medo de que cada dor seja mais câncer e medo de que ele esteja vencendo

    Ela
disse que se sente agradecida por ter tanto apoio e por ter a oportunidade de
viver, mas não deixa de mostrar desesperança

    Ela disse que se sente agradecida por ter tanto apoio e por ter a oportunidade de viver, mas não deixa de mostrar desesperança

    Connie disse que é 'uma das sortudas', por ter desafiado as previsões médicas. — Na
maioria dos dias, consigo ver o lado bom, na maior parte do tempo eu me sinto
grata pelo que tenho, mas às vezes fico exausta. Normalmente, eu não falo sobre
o lado ruim da minha experiência aqui, porque não quero que este seja um espaço
negativo, mas basta, eu cansei do câncer e é hora de contar a verdade

    — Na maioria dos dias, consigo ver o lado bom, na maior parte do tempo eu me sinto grata pelo que tenho, mas às vezes fico exausta. Normalmente, eu não falo sobre o lado ruim da minha experiência aqui, porque não quero que este seja um espaço negativo, mas basta, eu cansei do câncer e é hora de contar a verdade



    Connie afirmou que
sintomas como náusea, cansaço, perda de cabelo e dor são o lado ruim que já é
conhecido, mas há coisas sobre as quais não se fala, como constipação
resultante dos medicamentos para dor e menopausa quimicamente induzidaConnie afirmou que sintomas como náusea, cansaço, perda de cabelo e dor são o lado ruim que já é conhecido, mas há coisas sobre as quais não se fala, como constipação resultante dos medicamentos para dor e menopausa quimicamente induzida


    — As ondas de calor são insuportáveis e a sudorese noturna é tão ruim que, às vezes, tenho que trocar toda a roupa de cama mais de uma vez durante a noite. Tenho que usar fraldas porque não consigo segurar e acabo me molhando

    O desgaste físico provocado pela doença é muito grande para Connie. — Vomitar é imprevisível, eu não sei se vou conseguir
digerir as refeições. Minha perna está tão inchada que não consigo andar, tenho
que usar bandagens de compressão que são apertadas, difíceis de colocar, caras
e quentes (e nada atraentes)

    — Vomitar é imprevisível, eu não sei se vou conseguir digerir as refeições. Minha perna está tão inchada que não consigo andar, tenho que usar bandagens de compressão que são apertadas, difíceis de colocar, caras e quentes (e nada atraentes)


    Ela e seu irmão, o ator australiano Samuel Johnson, têm uma organização de caridade chamada “Ame sua irmã”. Johnson tem apoiado sua irmã nas dificuldades da doença. A cor da organização era rosa, mas ele resolveu mudar para preto em janeiro de 2016. Ele fez a mudança porque disse que o rosa é suave demais, e não há nada de suave no câncer de mama

    Ela e seu irmão, o ator australiano Samuel Johnson, têm uma organização de caridade chamada “Ame sua irmã”. Johnson tem apoiado sua irmã nas dificuldades da doença. A
cor da organização era rosa, mas ele resolveu mudar para preto em janeiro de
2016. Ele fez a mudança porque disse que o rosa é suave demais, e não há nada
de suave no câncer de mama