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Condenado a 15 anos pela morte de Eliza Samudio Macarrão vai trabalhar em igreja




Luiz Henrique Ferreira Romão, ou só para os íntimos Macarrão, envolvido no desaparecimento da modelo Eliza Samudio, vai trabalhar como zelador de uma igreja evangélica em Pará de Minas, na região Centro-Oeste do Estado. A façanha foi conseguida pela defesa, do condenado pela Justiça, e concedida pelo Tribunal de Justiça de Minas e divulgada nessa quarta-feira. 


De acordo com o TJMG, o magistrado Pedro Câmara Raposo Lopes, da Vara de Execuções Criminais de Pará de Minas, entendeu que o réu cumpre os requisitos necessários para esse benefício. De segunda a sexta-feira, Macarrão vai trabalhar das 7h às 17h. No sábado, o horário será das 7h às 12h. No domingo, ele descansa. Trabalhando para a Igreja Quadrangular, Romão terá carteira assinada, receberá salário mínimo de R$ 880 e vários outros benefícios.


Amigo íntimo do ex-goleiro Bruno Fernandes, ele terá que voltar para à cadeira após o horário de trabalho. Macarrão foi condenado a 15 anos de prisão pelo sequestro, cárcere privado e homicídio triplamente qualificado de Samudio.


Em julho deste ano, a defesa já havia pedido autorização para que Macarrão trabalhasse fora da unidade prisional, vendendo vassouras artesanais em um supermercado da cidade. No entanto, a Justiça autorizou apenas que Macarrão fizesse a manutenção externa do presídio.


Na cadeira, "Maca" como é conhecido, cuidava da horta e fazia capina, mas não se afastava da unidade, como passará a fazer a partir da nova decisão judicial. A partir de agora, a cada três dias trabalhados, "Maca" terá um dia de pena será reduzido. Atualmente, o criminoso está no regime semiaberto. 

A igreja evangélica em que Luiz Henrique Romão vai trabalhar é a mesma que sua mulher e seus três filhos frequentam há mais de dois anos. Segundo informações de jornais de Belo Horizonte, a oportunidade foi dada pelo próprio pastor da entidade religiosa. 

O DIA tentou contato com a Igreja Quadrangular de Pará de Minas, mas até a publicação desta reportagem a instituição religiosa não havia respondido as perguntas. 

Fonte: O Dia