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Brasileiro descobre proteção contra Dengue, Zika e outros mosquitos




propolis-zika-dengue - To no CosmosMuitos dirão que se ninguém divulga é porque é mentira. Porém ninguém divulga porque não há interesse. Essa é informação é bastante antiga, desde que o biólogo vem afirmando que consumir própolis é bom para evitar não só a dengue, como também a malária.

A própolis é barata e não enriquece ninguém, as indústrias farmacêuticas ganham fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue, a Johnson ganha fortunas vendendo o Off, que é repelente de insetos..

O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, explica como usar a própolis contra a dengue.

Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos.

Própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores. Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.




A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma:

Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6hs.

Crianças:  crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).

Gilvan alerta, para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer.



Obs.: Muitas pessoas acharam a quantidade exagerada, e por conta disso, após outras pesquisas, encontramos pessoas que afirmaram tomar e foram indicadas a tomar a quantidade de 5 gotas por dia.




Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente alternativa.

Gilvan Barbosa Gama, ainda disse: “Vou arriscar o meu pescoço com mais uma informação que só terá crédito científico daqui a algum tempo,isso se houver algum infectologista lente e catedrático, respeitável no meio científico, que tenha coragem o bastante para fazer um ensaio terapêutico com o extrato de própolis das abelhas concentrado a 45% em relação ao vírus Ebola. 

Tal teste poderia ser “in vitro”para posteriormente ser usado em primatas e finalmente em humanos.”